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A história de uma vida

Era o ano de 1968 quando um empreendedor visionário colocou seus pés na região de São Roque. Com pretensões de lazer e investimento, adquiriu um sítio e terras na cidade.

Perto de São Paulo, com a natureza intacta, São Roque apresentou-se a ele como o local ideal para suas intenções imediatas. Com o tempo, o vínculo afetivo com a terra consolidou-se. Percebeu, então que, mais do que um refúgio este local poderia hospedar planos comerciais. Em 1973 fundou a empresa de produtos de limpeza, a Setacid. Cada vez mais envolvido com a região, foi além deste primeiro passo. Em 1982, com a ideia de construir uma grande casa, principiou a construção desta, sem imaginar a mudança de rumo que tomaria. No ano seguinte, ao início da empreitada assumida, resolveu expandir suas aspirações a outras áreas: transformou uma antiga adega abandonada no charmoso restaurante Gallipolli. Sucesso de clientes nos fins de semana e de críticas especializadas.

Mas, como sempre, buscando eficiência e eficácia em seus negócios, logo percebeu que manter a sofisticada estrutura do restaurante, tendo movimento apenas nos fins de semana, não seria suficiente para a sobrevida deste. Resolveu por fim utilizar toda a estrutura que já possuía para iniciar-se no campo da Cozinha Industrial, Catering. Desta forma, o Gallipolli tornou-se um negócio viável. Paralelamente aos negócios em andamento, a percepção de ser insólito o desejo de construir uma grande casa tomou conta de sua mente. Em pouco tempo amadureceu a ideia de transformar o primeiro desejo em outra possibilidade rentável. A estrutura da grande casa passaria por adaptações para tornar-se um SPA. Viajando para estudar os melhores Spas do mundo, notou que esse tipo de negócio em nosso país teria um mercado sempre limitado. “Por que então não pensar de uma vez por todas em um hotel? Um hotel direcionado ao Lazer e Convenções”, pensou.

Até aquele momento, os hotéis situados fora das áreas urbanas caracterizavam-se por serem hotéis fazenda. O hotel por ele pretendido viria para mudar esse conceito consagrado. Construiria um hotel no campo, mas com a sofisticação, conforto e tecnologia dos grandes centros urbanos. Conjugaria as características acima descritas com a natureza abundante que o circundava.

Com a maturação da ideia, partiu perseverantemente para o longo e árduo caminho da concretização. Mais uma vez, a mudança de rumo acarretaria novas adaptações na planta arquitetônica, nos planos financeiros, no seu futuro profissional e em sua vida pessoal. Mas uma certeza tinha: sentia-se pronto para essa empreitada naquele momento de sua vida.

Muito tinha que se fazer nas terras virgens, e muitos pontos não eram ajustáveis ao empreendimento pela topografia que possuía. Do sonho inicial até a inauguração do hotel de forma incompleta (45 apartamentos), em relação ao planejamento pretendido (73), passaram-se dez anos.

Em junho de 1992, nasceu o HOTEL VILLA ROSSA.

Em 2007 chegou nos números atuais, com 85 apartamentos e 18 Lofts. Cada terra colocada, cada tijolo assentado, árvore e flor plantadas, material escolhido, cada detalhe foi por ele decidido, numa incansável e disciplinada rotina diária nesses anos de fecundação. Uma luta insana e compulsiva, com altos e baixos, com problemas e satisfações, que foi recompensada pela emoção do nascimento.

Para que Altamiro O´Reilly tornasse realidade aquilo que começou com um sonho, passaram-se vários anos de batalha, de esforço, o que ele bem sabe, ainda não terminaram, sobretudo quando se tem a pretensão de manter-se num mercado exigente e competitivo.

De início chamavam-no de “louco”, ao arriscar todo o seu patrimônio nessa empreitada, que, pelo parecer de muitos, naufragaria. Mas como um bom visionário que é, antecipou as tendências as quais a maioria não se encontrava pronta para perceber. Sua certeza de sucesso não esmoreceu em momento algum, nem diante das dúvidas de outros, não só pela propensão do mercado por ele captada, mas também por saber-se extremamente organizado, planejador e competente administrador. Sem o trabalho compulsivo, sem a presença constante, sem o reinvestir incessante no negócio, de nada adiantaria antever um espaço carente no mercado.

Em muitos momentos negligenciou familiares, amigos, abandonou a vida social por uma paixão que transcende o simples ganho material, mas que se fundamenta na sua realização pessoal como um empresário que pôde transformar o seu meio pela oportunidade de emprego, profissionalização e desenvolvimento econômico, social e educacional, o que proporciona através do Villa Rossa, a um relevante número de cidadãos da comunidade em que está inserido. Cidadãos estes que, além do papel de colaboradores, são sim, parceiros e a verdadeira essência para o sucesso e respeito do mercado, alcançados nestes últimos 28 anos de sua existência.

Ao reconhecê-los como parceiros, por serem a essência do negócio, não ficou na propagação desse fato somente no verbo, introduziu desde 1998, apenas seis anos após a inauguração, a Política de Participação nos Resultados. “O desenvolvimento da empresa traz o desenvolvimento de todos que estão engajados”, é a política que o presidente fundador exerce.

São 10 anos de incubação e 28 anos de existência. Totalizando, 38 anos de uma vida, vividos na busca de um sonho que se tornou realidade, pela perseverança de propósitos e árdua dedicação.

Se valeu a pena?

“Sempre vale plantar. Às vezes vem chuva, às vezes seca, às vezes desânimo, mas nada supera quando testemunhamos os frutos”. Altamiro O´Reilly

 

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